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Pequenos, médios, invisíveis? Não, obrigado. Somos o motor do mundo.

Sempre me pergunto:
Quem define o que é um pequeno ou médio empresário? É a receita? É quantos empregos gera?
Porque, honestamente, o que mais vejo nos meus atendimentos é o contrário do que se vê nas planilhas frias do Excel:
Vejo gigantes cansados dentro de CNPJs, NIFs, SIRENs, TIN.. modesto

Vejo mulheres e homens que acordam antes do sol, botam a empresa no peito, vestem a coragem no café da manhã, fazem o financeiro enquanto respondem cliente no WhatsApp e ainda têm que sorrir no Instagram como se estivesse tudo sob controle.

Vejo empresários (e empresárias, muitas!) que são estratégia, execução, marketing, logística e emoção… tudo junto, sem tempo de respirar. E quando finalmente respiram, percebem que estão exaustos. Estão invisíveis. Ou pior: sendo usados.

Sim, porque no desespero de crescer, às vezes caímos (e eu já caí, conto em outro momento!) em promessas mirabolantes: “mentoria transformadora”, “fórmula mágica de vendas”, “tráfego pago que resolve tudo em 7 dias”. Mas adivinha? Sem estrutura emocional, sem autoconhecimento e sem rede real de apoio, não tem fórmula que funcione. Só mais frustração.

E tem mais: quando aparecem projetos, editais, incentivos…
Tem pra startup, pra multinacional, pra multinível, pra inovação…
E a gente? A gente que faz a economia girar todos os dias? Fica de fora.

Eu, quando estou em reunião, sempre levanto a bandeira:

“O pequeno e médio empresário precisa ser visto!
É ele que gera emprego, que contrata serviços locais, que gira a economia no dia a dia.”

Quando crio meus cursos, minhas mentorias, minhas palestras, repito:

“Esse conteúdo é pra você que é o motor escondido do seu bairro, da sua cidade, do seu país.”

Nos atendimentos que faço com foco em desenvolvimento humano, escuta ativa e reestruturação de mentalidade, chega o “exército de um só”.
Com cortisol alto, queda de cabelo, insônia, gastrite emocional e um sorriso no rosto que já nem sabe mais se é real ou automático. E a pergunta é quase sempre a mesma:
“Será que vale a pena?”

E eu te digo com todo carinho e base em ciência e consciência prática:
Vale, sim. Mas não do jeito que está.
Vale com apoio, com rede, com estratégia emocional. Vale com pausa. Vale com foco.

Na neurociência, aprendemos que foco reduz o estresse e ativa áreas do cérebro ligadas à realização.
Na PNL, ressignificamos a história: você não está sozinho. Você está na jornada de assumir o comando, não só da empresa, mas da sua vida.
Na astrologia, vemos que cada ciclo traz oportunidades e que o seu mapa tem força, tem dons, tem missão.
No autoconhecimento, entendemos que prosperar é diferente de só sobreviver.

E o primeiro passo é se reconhecer:
Você não é pequeno. Você é essencial.

Unidos, somos mais fortes. Mas para nos unir, precisamos nos ver.
E para ver o outro, a gente precisa parar de correr só para apagar incêndio e começar a construir pontes. Juntos. Com consciência.

A você, empresário ou empresária que chegou até aqui,
deixo um convite direto: se cuida. Se escuta.
E, principalmente: não esquece de você no caminho do sucesso.

Com gratidão, coragem,
Carol 🌟